Muitos pacientes perguntam se pode ocorrer a rejeição de um implante dentário. A perda de um implante significa que ele não se integrou ao osso corretamente, ou que a integração foi perdida depois de algum tempo.

O implante odontológico é feito de titânio que é um metal que não sofre corrosão quando inserido no corpo humano e não apresenta fenômenos de rejeição imunológica. A rejeição propriamente dita é quando o sistema imunológico da pessoa identifica um corpo estranho e tenta destruí-lo ou removê-lo do corpo para defender a integridade do indivíduo.

Na verdade um implante pode sim ser perdido porém por mecanismos diferentes que podem ocorrer isolados ou em conjunto. Podemos citar de forma sucinta alguns fatores como: sobrecarga de força sobre o implante, infecção ao redor do implante, fixação insatisfatória do implante no momento da instalação, técnica cirúrgica inadequada, qualidade dos implantes, higiene do campo cirúrgico.

 

 

O sucesso da técnica é devido a um bom conjunto de fatores e estas características do titânio sem dúvida são positivas, mas por si não garantiriam o sucesso do procedimento. O sucesso depende, em suma, do planejamento da técnica cirúrgica, um profissional competente e bem treinado na técnica pode alcançar excelentes resultados.

Vou responder aqui algumas dúvidas muito comuns sobre a rejeição de implante dentário:

    • Não é normal haver dor na região do implante. Seria importante o paciente delimitar se a dor é na gengiva ou se é mais interna. Ajuda no diagnóstico. Muitas vezes o paciente liga e diz que o implante está mole, sendo que se trata apenas do provisório que ficou solto.
    • Não é normal haver mobilidade do implante ou do dente. Podem ser sinais de rejeição do implante.
    • Em situações onde o implante fica perto do nervo pode haver aumento da sensibilidade (hiperestesia), que muitas vezes é reversível. Também pode haver parestesia (perda de sensibilidade).
    • Após a falha de um implante é normal sim removermos o implante dental e esperarmos um prazo que varia entre 2 e 3 meses. O organismo por si só limpa a região e forma um novo osso ali. Apesar da ansiedade e frustração do paciente, é o melhor a se fazer.
    • Em alguns casos podemos colocar um implante no mesmo local, no mesmo ato de retirada do implante ruim.
    • A perda de um implante não tem nada a ver com tumores ou câncer. Se houver dor retiramos e pronto, em 3 meses iremos realizar novamente.
    • A carga imediata sempre gera mais chance de insucesso do que em um procedimento normal. Se você não tiver pressa para terminar o seu tratamento não faça carga imediata. Suas chances de sucesso compensam o risco de problemas.
    • Pús e secreções também não são normais na região de enxertos e implantes, sinal de alerta.

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